Categoria: Folder GPP

  • Lançamento dos 20 videos sobre Itinerários Formativos em GPP

    Lançamento dos 20 videos sobre Itinerários Formativos em GPP

    Release

    Não é apenas o contingenciamento de recursos para educação, no orçamento do governo federal, que impacta negativamente o ensino superior brasileiro. O desenho do Projeto de Lei da Lei de Diretrizes Orçamentarias (LDO) de 2020, enviado ao Congresso Nacional no último dia 15 de abril pelo Governo do Presidente Bolsonaro, também coloca outros empecilhos para o futuro de alguns cursos de graduação – majoritariamente – ofertados pelas universidades públicas.  Isso, pois, não está prevista nenhum concurso público, na União, para o próximo ano. Desde meados da década anterior tem crescido no Brasil, tanto em universidades estaduais quanto nas universidades federais, cursos de graduação e pós-graduação que visam formar jovens para qualificar o serviço público. Um exemplo é o bacharelado de Gestão de Políticas Pública da Universidade de São Paulo, o qual já formou dez turmas e aproximadamente mil gestores públicos desde a formatura da primeira turma em 2008.

    Com a crise econômico-fiscal e retração dos concursos públicos, muitos vestibulandos  que têm vocação para o trabalho no setor público acabam optando por cursos superiores com maior atratividade em relação às oportunidades no mercado de trabalho e nível salarial. Todavia, isso não é nenhuma novidade para os especialistas. É o que diz o professor do curso de graduação de Gestão de Políticas Públicas da Universidade de São Paulo, Dr. Fernando de  S. Coelho,  atualmente em pós-doutoramento na London School of Economics and Political Science (LSE), na Inglaterra. “Nesses períodos anticíclicos no Estado, com corte de recursos e diminuição drástica dos concursos públicos, os egressos dos cursos de administração/gestão pública se deslocam para outros segmentos profissionais, seja no terceiro setor, seja na iniciativa privada. Nós identificamos 20 segmentos profissionais, nos três setores da economia – Estado, mercado e terceiro setor –,  nos quais que esses profissionais estão trabalhando (…) ”, comenta o pesquisador.

    O professor, que este ano está morando no Reino Unido, vem para o Brasil na próxima semana para participar de diversos eventos. Na segunda feira (13/05), às 20 horas, na USPLeste, ele lançará o  relatório da investigação que mostra a amplitude e diversidade do mercado de trabalho para os gestores públicos. “Além do resultado da pesquisa, vamos apresentar também a trajetória de alunos formados; acreditamos que isso pode ilustrar para a população (e para os interessados na carreira pública) o que exatamente faz um gestor de políticas públicas e suas múltiplas possibilidades de inserção profissional em áreas similares”, diz o docente.

    O evento, que conta com apoio do Escritório de Carreiras da USP, contará com a fala de ex-alunos que, na atualidade, se encontram em carreiras estratégicas e de destaque, com  é o caso da hoje deputada estadual pela Rede Sustentabilidade,  Marina Helou ,; e da Secretaria Adjunta da  Secretaria Municipal de Urbanismo e Licenciamento da Prefeitura de São Paulo, Sra. Vivian Satiro. “Passar por uma formação específica na área faz toda a diferença na minha vida profissional para pensar e executar estratégias e políticas públicas que melhorem a vida da população e tornem a prefeitura mais eficiente”, diz a secretária que se formou na primeira turma da EACH-USP.

    Um grande senão do momento atual do setor público brasileiro é a perda de talentos para outros setores profissionais. O enfraquecimento dos cursos de administração/gestão pública – em torno de 250 cursos de graduação em todo o país – acaba por atrapalhar o próprio desenvolvimento da gestão governamental, uma vez que a formação acadêmica nessa área é fundamental em todos os níveis da federação brasileira. “Essa mão de obra é de suma importância para uma administração pública com a qualidade. Não basta pensar em reformas de cunho econômico e não se ater ao funcionamento da casa de máquinas no setor público, seja para a melhoria da prestação dos serviços públicos, seja para o aumento do impacto das políticas públicas”, encerra o professor.

    Link do evento: http://www5.each.usp.br/eventos/dialogos-tecnopoliticos/

  • 20 – Organizações Internacionais

    20 – Organizações Internacionais

    O processo de globalização ocasionou a internacionalização da administração pública, observada tanto na gestão pública de acordos/blocos supranacionais como na governança, global ou regional, de políticas públicas pelos organismos multilaterais. Neste contexto, crescem as chances para profissionais do campo da gestão e das políticas públicas em instituições como ONU, UNESCO, OMS, Banco Mundial, BID, FMI, OCDE, OMC, OIT, dentre outras.

  • 19 – Carreira Acadêmica: Ensino e Pesquisa

    19 – Carreira Acadêmica: Ensino e Pesquisa

    É a opção profissional pelas atividades de ensino, capacitação e pesquisa nas temáticas de gestão e políticas públicas em universidades públicas e privadas, escolas de governo e institutos de pesquisa. A carreira exige a continuidade dos estudos em nível de pós-graduação, ou seja, a realização de cursos de mestrado e de doutorado. No Brasil, os cursos do Campo de Públicas cresceram rapidamente na última década e a demanda por novos docentes e pesquisadores na área é promissora.

  • 18 – Negócios Sociais ou Setor 2.5

    18 – Negócios Sociais ou Setor 2.5

    São compostos por organizações privadas que se localizam – de modo híbrido – entre o segundo setor (iniciativa privada) e o terceiro setor (organizações sem fins lucrativos) e, portanto, formam o chamado setor 2.5. Surgem de iniciativas de empreendedores sociais que buscam unir a lucratividade da atividade com impactos sociais positivos na comunidade. Trata-se de um fenômeno mundial recente e que no Brasil é incentivado por organizações como Artemisia, Ashoka, Sebrae e Instituto Quintessa.

  • 17 – Associações de Classe e Sindicatos

    17 – Associações de Classe e Sindicatos

    O segmento diz respeito às entidades sem fins lucrativos que realizam a defesa institucional de interesses de uma determinada classe profissional ou agrupamento/categoria de organizações, como os Sindicatos de Trabalhadores e Patronais, Associações Comerciais e de Indústrias, Federações Empresariais e Conselhos Profissionais. A função de defesa institucional não pode prescindir de relações governamentais e do domínio da gestão de políticas públicas.

  • 16 – Partidos Políticos

    16 – Partidos Políticos

    É um grupo organizado, legalmente constituído, voltado para defender ideais e projetos políticos e buscar ocupar legitimamente os cargos eletivos no setor público. O Brasil, como uma democracia multipartidária, tem diversos partidos políticos de diferentes espectros ideológicos, os quais mantêm estruturas administrativas e fundações partidárias ativas que necessitam, em alguma medida, de pessoas ligadas ao universo profissional da gestão e políticas públicas.

  • 15 – Empreendimentos Solidários e Movimentos Sociais

    15 – Empreendimentos Solidários e Movimentos Sociais

    São organizações de ação coletiva. Os empreendimentos solidários se concretizam em cooperativas e empresas suprafamiliares que se orientam pelos princípios da economia solidária, tais como a autogestão e o comércio justo. Os movimentos sociais, por sua vez, baseiam-se no ativismo de grupos organizados que objetivam mudanças na sociedade por meio do embate político. A formalização dessas organizações coletivas constitui um novo espaço profissional para atuação do gestor de políticas públicas.

  • 14 – Institutos e Fundações Empresariais

    14 – Institutos e Fundações Empresariais

    São um tipo específico de organização do chamado terceiro setor que trabalha com o investimento social privado (familiar, empresarial e independente) aplicado em ações – políticas, programas e projetos – de gestão e/ou políticas públicas. Alguns exemplos no Brasil são a Fundação Itaú Social, o Instituto Ayrton Senna, a Fundação Brava e o Instituto Votorantim.

  • Segmentos GPP – Folder

    Segmentos GPP – Folder

    Para ficarmos por dentro do mercado de trabalho no Campo das Públicas, vem aí GPP em Revista, que irá abordar com detalhes os 20 Segmentos Ocupacionais que representam oportunidade de carreira e estágio no Estado, no Terceiro Setor e na Iniciativa Privada para os egressos e estudantes de Administra/Gestão/Políticas Públicas.

    O Campo de Públicas no Brasil é composto por cerca de 200 cursos de graduação (bacharelados e tecnológicos) e por
    aproximadamente 50 programas de pós-graduação (mestrados acadêmicos, mestrados profissionais e doutorados) que se dedicam aos temas de Administração/Gestão/Políticas Pública(s) no país. Dados do MEC apontam para quase 50.000 alunos matriculados.

    Eis nosso folder, um sabor do que virá.

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  • 12 – Organizações Não Governamentais (ONGs)

    12 – Organizações Não Governamentais (ONGs)

    As ONGs são organizações da sociedade civil, sem fins lucrativos, caracterizadas por ações de cidadania ativa, envolvendo o exercício de pressões políticas pela garantia e ampliação de direitos, práticas de solidariedade e oferta de serviços de finalidade pública. No Brasil, são organizadas – formalmente – como associações ou fundações e as ONGs que celebram parcerias com o Poder Público são qualificadas como OSCIPs. Atuam em áreas de A a Z no campo da gestão e das políticas públicas com inúmeras oportunidades profissionais.